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‘Historinha de terror para acovardar a população’, disse Olavo sobre Coronavírus

 

Em várias oportunidades, o escritor e guru do bolsonarismo Olavo de Carvalho, morto nesta segunda-feira (24), em Richmond, na Virginia (EUA), negou a ciência, diminuiu a gravidade da pandemia e da Covid-19, e chegou a chamar o coronavírus de “vírus chinês”. Olavo, que tinha 74 anos, estava internado após ter sido diagnosticado com a doença, ele fazia parte do grupo de risco.


Em maio de 2020, ele escreveu: “O medo de um suposto vírus mortífero não passa de historinha de terror para acovardar a população e fazê-la aceitar a escravidão como um presente de Papai Noel.”



Ainda em abril de 2020, o escritor disseminou fake news ao insinuar que o coronavírus seria um “vírus chinês” e que não seria um acidente.

“Só um perfeito idiota pode imaginar que a disseminação do vírus chinês no mundo foi um acidente. Mas o Ocidente está repleto de perfeitos idiotas, diante dos quais os chineses têm um justificado senso de superioridade”, escreveu.

Em julho do mesmo ano, Olavo questionou quando conservadores parariam de usar o termo “pandemia” para se referir à pandemia de Covid-19. “Quando é que os ditos “conservadores” vão parar de usar o termo “pandemia”?”, escreveu em seu Twitter.

Em janeiro de 2021, o escritor colocou em dúvida a mortalidade do coronavírus, que chamava de “mocoronga vírus”. “Dúvida cruel. O Vírus Mocoronga mata mesmo as pessoas ou só as ajuda a entrar nas estatísticas?”, disse.


Fonte: Exame

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