A conta da ilusão chegou, e o preço é cobrado no bolso e na saúde da nossa população!
O plano de poder arquitetado pela atual gestão ruuiu nas urnas. A tentativa de transformar a prefeitura em comitê eleitoral para catapultar Ilacir Bicalho fracassou miseravelmente. Nem o uso escancarado e o abuso da máquina pública, com denúncias que vão de pressões internas a aparelhamento da estrutura urbana, foram capazes de convencer o eleitor.
Os 20.261 votos obtidos não garantiram a vaga. A população deu o recado: cidade não é balcão de negócios eleitoreiro.
O grande escândalo não é apenas a derrota, mas o rastro de destruição deixado para trás:
🔥 Caos na Saúde: Postos de saúde desabastecidos, falta criminosa de medicamentos básicos e residentes atendendo como médicos nas unidades de saúde.
🔥 Ataque aos Servidores: Demissões em massa, arrocho, atrasos nos pagamentos e desrespeito a quem segura o funcionamento do município.
🔥 A Máfia das Dívidas: Denuncias de Contas astronômicas contraídas para bancar a campanha e a vitrine eleitoral. E a pergunta que não quer calar: quem vai pagar esse rombo?
Enquanto a chapa de Ilacir e Bigodinho amarga o fracasso e tenta juntar os cacos do plano falhado, o contraste nas urnas foi brutal: Christiano Xavier que esteve distante da cidade por quatro anos, volta como deputado estadual mais votado e se elege sem o apoio da máquina pública.
A dúvida que fica no eleitor: Será que Luis Tibé que se apoiou na gestão para capitanear votos e se elegeu, irá voltar para injetar recursos na cidade, ou o plano era o mesmo que os demais candidatos: Sujar a cidade e só voltar nas próximas eleições?
A festa do poder acabou, a fatura chegou e a bomba do endividamento está no colo da cidade.
Será que o luziense aceitará pagar o preço desse colapso!

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