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NÃO PAGARAM OS TRABALHADORES? BASTIDORES DO MOTORCYCLE SAINT LOUIZE GERAM POLÊMICA EM SANTA LUZIA!

  Um grave caso de descaso com fornecedores culturais veio à tona em Santa Luzia. A empresa Equalizar Som e Luz , responsável pela estrutura de áudio e iluminação do festival Motorcycle Saint’Louize 2026 (realizado nos dias 5 e 6 de setembro na Fazenda Boa Esperança), denuncia não ter recebido o pagamento de R$ 7.000,00 pelo trabalho prestado. 📌 OS FATOS E OS ENVOLVIDOS Realizadores do Evento: O evento foi realizado e organizado pelo Sindicato dos Produtores Rurais de Santa Luzia , sob liderança do presidente Anderlone , em conjunto com o produtor Reginaldo Faria . A Denúncia: De acordo com o proprietário da Equalizar, enquanto outras empresas e prestadores de serviços foram quitados, a sonorização e iluminação — essenciais para a realização do festival — ficaram sem nenhum repasse. Apoio Político e Institucional: O evento contou com o apoio oficial da Prefeitura Municipal de Santa Luzia , com presença de autoridades políticas e ampla divulgação pública. Silêncio das Pa...

DESASSOSEGO NA SAÚDE: MÉDICOS TRABALHAM, NÃO RECEBEM E GESTÃO PÚBLICA RESPONDE COM "NÃO SEI"

Um grave relato vindo dos bastidores da saúde pública acende o alerta sobre o descaso com os profissionais que mantêm os atendimentos à população funcionando. Médicos contratados através da empresa BG Serviços Médicos relatam que estão com os pagamentos do mês de julho em atraso, mesmo tendo cumprido integralmente suas escalas e plantões. ​Compreenda os pontos centrais do caso: ​O motivo alegado: A empresa informou aos profissionais que solicitou a prorrogação do contrato por mais quatro meses, processo que ainda tramita pelos burocráticos trâmites da Prefeitura (Secretaria, Procuradoria Jurídica e assinatura). Devido a essa demora, a emissão da nota fiscal necessária para liberação do pagamento ficou travada. ​ Impacto financeiro e desrespeito: Os médicos denunciam que dependem desses recursos para honrar compromissos pessoais e profissionais e que não há qualquer previsão concreta de regularização. Trata-se da segunda vez que o problema ocorre durante a atual gestão — uma falta de re...

Bastidores do IMPAS/SL: Transparência de Fachada ou Jogo de Cartas Marcadas na Eleição de 2026?

  Olha, de boa? Esse edital da Comissão Eleitoral do IMPAS de Santa Luzia é aquela típica história de "parece tudo muito transparente, mas cheira a jogo marcado desde o primeiro parágrafo". A gente lê essa lista "definitiva" de candidatos e a sensação é de que o servidor público está sendo feito de otário mais uma vez. Primeiro: olha a cara de pau da disputinha pra Presidente. Você pega a lista e tem lá um Arquiteto Urbanista (ganhando seus R$ 10.8k brutos na Educação) e um Professor de Educação Física (com R$ 8.7k, também na Educação) disputando pra gerir a PREVIDÊNCIA do município. Nada contra os caras como profissionais nas áreas deles, longe disso! Mas, vem cá: desde quando dar aula de ginástica ou desenhar planta de praça qualifica alguém pra gerir uma carteira milionária de investimentos e garantir a aposentadoria de mil e quinhentos servidores? É brincadeira? Aí a Comissão manda aquela clássica nota pomposa dizendo que publicou o "Relatório Técnico Funda...

PALCOS MILIONÁRIOS, CERTIFICADOS DE PAPEL: AONDE VAI O DINHEIRO DA EDUCAÇÃO E DA CULTURA EM SANTA LUZIA?

  Enquanto os professores da rede municipal de Santa Luzia se desdobram para estruturar projetos de Educação das Relações Étnico-Raciais — exigência legal desde as Leis Federais nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008 —, a Secretaria Municipal de Educação (SMED) lança a “Mostra Abebe: olhar e ser visto”. A proposta parece nobre na teoria: mapear e homenagear práticas pedagógicas antirracistas. No entanto, um olhar mais atento sobre a engrenagem orçamentária do município revela um contraste incômodo sobre como o dinheiro público é priorizado. Recentemente, a Prefeitura de Santa Luzia homologou contratações de grande porte para locação de estruturas e equipamentos de eventos por meio da Secretaria de Cultura (Adesão nº 010/2026). Os contratos com as empresas Amistad Locações e MS Produções somam impressionantes R$ 689.760,00 . A contradição salta aos olhos: para a montagem de palcos, iluminação e geradores em eventos passageiros, o município empenha centenas de milhares de reais em contratos...

A Guerra das Placas em Santa Luzia: Quando a política municipal apaga a história em nome do populismo

  Enquanto a população de Santa Luzia enfrenta gargalos históricos na infraestrutura, saúde e conservação urbana, o Plenário da Câmara Municipal decidiu concentrar esforços em uma manobra controversa: apagar o nome de uma praça tradicional no Bairro Bom Jesus para rebatizá-la com um novo patrono. Na sessão do último dia 1º de setembro de 2026, os vereadores derrubaram o veto integral do Prefeito e promulgaram a Lei que transforma a Praça Joaquim Tibúrcio Henrique em Praça Milton Amaro Alves . A decisão expõe as vísceras de uma prática política clientelista que prefere o afago eleitoral do presente à preservação da memória histórica da cidade. Apagar a história para fazer política cotidiana A troca de nomes de logradouros públicos é uma das ferramentas mais baratas e sedutoras da política paroquial. Em vez de entregar serviços essenciais ou criar novos equipamentos públicos para homenagear personalidades queridas do bairro, o Legislativo escolhe o caminho mais fácil e destrutivo: o...

Inteligência Financeira ou Negócio da Educação? O Milionário Mercado de Livros Didáticos de Augusto Cury

  Quando a literatura de autoajuda cruza os meandros da gestão pública, as fronteiras entre o idealismo educacional e o corporativismo empresarial tornam-se perigosamente tênues. Um caso emblemático vem de Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e lança uma sombra incômoda sobre a trajetória de quem hoje se projeta como salvador da pátria: o psiquiatra, escritor e candidato à Presidência da República pelo Avante, Augusto Cury.   Em apenas dois anos (2015 e 2016), a prefeitura mineira — que à época somava cerca de 7,5 mil estudantes na rede municipal — desembolsou expressivos R$ 1,8 milhão para a aquisição de 10,5 mil exemplares do kit “Programa Escola da Inteligência”. O material, fundamentado na chamada "Teoria Multifocal" de Cury, promete desenvolver a saúde emocional e a paz social nas salas de aula. Contudo, os números do Censo Escolar explicitam uma conta matemática incômoda: comprou-se um volume de livros substancialmente maior do que o total de alun...

O CICLO SEM FIM DOS ADITIVOS: Prefeitura de Santa Luzia Torra Mais de R$ 1 Milhão em Prorrogações Sem Licitação para o Consórcio Ótimo!

  A publicação dos extratos de aditivos no Diário Oficial do Município revelou mais uma manobra administrativa que levanta sérios questionamentos sobre a gestão do dinheiro público em Santa Luzia/MG. Em uma única rodada de despachos da Secretaria Municipal de Administração, a Prefeitura estendeu por mais 12 meses os contratos com o Consórcio Ótimo de Bilhetagem Eletrônica — todos oriundos da mesma Inexigibilidade de Licitação (nº 043/2021) . O montante total reajustado dessa tacada ultrapassa a marca de R$ 1,08 milhão (R$ 1.081.012,43) . A pergunta que fica no ar é: até quando o município dependerá de aditivos sucessivos e contratações diretas sem concorrência pública? 1. A Farra dos "6º Aditivos": O Exceção Virou Regra? A Lei de Licitações (Lei nº 8.666/93) prevê a renovação contratual como medida excepcional e devidamente justificada no interesse da administração pública. No entanto, quando um contrato chega ao seu 6º Aditivo , o sinal de alerta deve ser ligado imediatame...